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20 de abril de 2011

Modalidade de natação

Esses dias eu fiquei pensativo sobre a forma como as coisas levam seus respectivos nomes. Eu sei que a língua portuguesa é a evolução de uma série de construções fonológicas a partir do latim, depois para o galego e sua variação do galego-português. No entanto, qual é a explicação para determinadas modalidades da natação? Vamos lá... Modalidade costas: beleza, entendi, a pessoa nada de costas para o seu objetivo. Modalidade peito: entendi também, quer dizer que a pessoa está nadando e usando o peito como um movimento mais elaborado de remo. Abre-se o peito formando um grande arco com os braços e a finalmente mergulha-se fazendo com os braços uma espécie de alavanca para impulsionar o corpo. Modalidade borboleta: aí começa a coisa... Quem nada sabe que não tem nada a ver com borboleta... Tem a ver com golfinho, tem a ver com foca, tem a ver com... Sei lá... Sei que não tem a ver com borboleta... Se bem que o movimento tem lá suas insinuações, mas como chegaram ao nome borboleta?

– Biba, eu inventei uma forma de nada!!!

– Conta então, mona!!!

– Assim, a gente pula na água, faz uma dança do cisne, passos de ballet, aí sai da água com aquela cara de importante!!

– Ai, que tudo!!! E como a gente vai chamar isso? Sei lá, borboleta!!!

– Que tal borboleta então?

– Show... Lindo... Vamos mostrar pra todo mundo e a gente chama então de modalidade borboleta!!!

E a tal modalidade crau? Como chegaram a esse nome?

– Fiquei tão feliz mona que eu vou até te pegar pra gente comemorar esse nome borboleta!

– Vem que eu to doida! Ei... você nadando desse jeito diferente... voraz, que violência!

– É que eu to com muito amor pra dar...

– Vamos chamar essa modalidade de crau... Porque você tá muito rápido e ansioso pra chegar!!!

– Você é tudo, mona! Que seja nossa modalidade particular... Modalidade crau!

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